27.1.08
quem quer ser milionario?
Quem quer ser milionário?
A eu, eu euuuuuuuu, s’ils vous plait,pleaseeee, biteeeee,por favoriiii
B até sinto o verde-dólar a invadir-me as entranhas, será ganância isto?
C prefiro saúde, paz, amor e carinho
D já? Nem preciso mostrar a minha burrice?

A medicina é limitativa?

A Claro, ainda não se inventou tudo logo falta-lhe abragência no saber.
B desde o leo da vinci que nos anddamos a perguntar isso
C perguntem a médicos, terapeutas e enfermeiros, eles dirão num coro próprio do natal dos hospitais, logo ‘pimba’, ‘naaaaaaaao’
D não, com o mal dos outros posso eu bem

O ‘quem quer ser milionário’ joga-se assim

A) nop, as respostas estão estipuladas e os concorrentes só tem que escolher.

B)sim, venham os euros

C)Não era na tv? Quem é que meteu a internet no meio disto?

D) sei lá!

É preciso entrar em depressão para se ter alta em alcoitão

A) não, é preciso esforço para se ficar bom

B) já há pra aí tanto gajo maníaco, ‘internamentos no júlio de matos precisam-se’

C) rir é terapêutico

D) altamente nice essa pergunta dread, népia!


Ser feminista é...

A) tolerância e respeito pelo sexo fraco

B) ser amado pelas mulheres, há quem lhe chame ‘playboy’

C) perceber que este mundo é dividido em’mulheres’ e ‘homens’, respeitar a diferença

D) ver a prostituição como fruto de um mundo ‘capitalista’

Mimado é-se por excesso de mimo?

A)depende do que é considerado ‘mimo’ e ‘excesso’

B) se o dito estiver preparado para isso não

C) a educação é importante

E) quanto tempo de mimo repetido?

Acredita que o zé maria vai ficar bom?

A) tinha que vir narcisismo egocêntrico
B) depende muito dele
C) dele e dos outros, confiança sem medo quase ‘fé’
D) se ele está com uma vida de férias,
para o quê que há-de querer?

Esquecido sim? Ou não?

A) Quem?
B) O zecas já era... pode ter piorado.
C) Acho muito eticamente que não
D) Quando lhe interessa não


Filhos?

A)fiz mal a alguém?
B) e mãe?
C) temos tempo, se não houver nenhum percalço!
D) ouvi dizer que há saldos para adopções no continente, como eu sou açoreano não dá nada

A mac é a melhor marca do mercado?

A) APRRE, aquilo tem umas manias...
B) Sim, sem dúvida, falem com os entendidos
C) F... C....MERDA. Nem me falem nesses calhambeques.
D) Macdonald’s? Até se comia um BIG MAC

‘ein frohles neun jahr’ quer dizer...

A)já cá faltava a mania do poliglotismo
B) um bom ano ano novo em alemão
C) em folia néu já
D) se eu soubesse ficava ‘milionário’?

o forward é...

A)uma treta
B) um avançado em inglês ou um mantorras em tuguês
C) útil para se alcançar muita gente ou um blogue por ex. Funciona com objectivos parecidos
D) ter a mania das grandezas

E o vencedor é...

A) Euuuuuuuu
B) Já tou milionário?
C) já acabou esta treta?
D)peço a ajuda do público

o jesus (esta velho) esta desatento
em principio, dia 14 e 25 sou operdo à anca e tiro a PEG.

vê-se pelas pessoas q foram avisadas e n jogaram, até os escritores aqui do blog n se candidataram a 1 lanche, té 'maluco' já me chamaram, ao 'quem quer ser milionário' (calma zé ainda nem foi começada a decisâo do vencedor) e por n ter havido questôes aquando da carta electrónica de natal sobre a parte do 'argent' que vivemos numa sociedade mto pouco materialista. obviamente q n estou a chamar 'materialistas' aos que jogaram. como queremos um novo ano cheio de espiritualdade nem se fores cusco do mocamfe como diz a madre teresa (nem o terapeuta da fala consegue dizer isto - mocamfe) pq keremos um ano novo recheado de espiritualidade pouco dado e (h)euro(i)s digo.

amanhã, se calhar, a impressora tá com uns amoques, é entregue a carta para uma m(el)nifestaçáo.
o MEL quer ser uma ass., cargo em vista.

pelos vistos, vou ser vogal B, um grunho é q disse isto... B é consoante, a inteligência foi mal distribuìda.

26.1.08
Pobreza
Andrea Riccardi, fundador da Comunidade de Santo Egídio, que partindo do evangelho tenta estar perto dos mais necessitados escreve no livro "Santo Egídio Roma e o Mundo" em resposta à pergunta o que aprendeu com os pobres, em que o modificaram:
"Penso, em primeiro lugar, que impediram, talvez sem que eu me desse conta, que se insinue em mim uma barbárie silenciosa, a barbárie de uma vida incapaz de pietas, de paixão por todos aqueles que são diferentes de mim. Os pobres alargaram o meu horizonte e o meu mundo pessoal, que não acabou e não acaba onde, por razões sociais, culturais, teria acabado. É uma dilatação psíquica, afectiva e, num certo sentido, um olho suplementar.
Os pobres ensinaram-me ainda que a pobreza não é quase nunca uma escolha, e que quase nunca é inelutável. (...)
Os pobres ensinaram-me a não acreditar num mundo fingido, sem pobres, e a não procurar erguer muros artificiais entre mim e o sofrimento. O sofrimento e a fraqueza fazem parte da vida. Sofrimento e fraqueza foram ambos amados e combatidos por Jesus. É irreal tentar construir ilhas às quais a pobreza não teria acesso, esperando desse modo manter longe de nós o sofrimento. Os pobres ensinaram-me a não ter medo dos pobres e a não ter medo de viver. (...) Os pobres são o espelho da nossa fragilidade mesmo se, em geral , somos extremamente privilegiados em relação a eles. (...)"

Devíamos todos fazer-nos mais perto dos pobres, até mesmo para nosso próprio bem.

25.1.08
"cidade do conhecimento"
"Coimbra, cidade do conhecimento" é o pomposo lema de boas-vindas para quem a ela chega. Um lema que se tem tornado quase trágico... Os amigos da cultura denunciam porquê, num texto chamado "Pelo direito à cultura e pelo dever de cultura!" que está disponível para subscrição. O blogue agrega ainda diversos textos sobre a situação de deserto a que chegou a política cultural na cidade.

botão amigos

24.1.08
otorrinolaringologista
my aunt comadant ask me 'why i write always in english here?' i've wrote when i've started to wrote in english why, but i can explain again: i was adviced for more than one person for wrote in english, normally everybody understands n likethat it could be read by my friends out from PORTUGAL. In a word, MARKETING.
please André, brother-ninja. continue improving/correcting my bad english.
wednesday listening read in a encounter of 'acessibilidades', a hit-book of the 'pararaplegich', nice n now famous salvador i was thinking: well i've to write my writing (i've always afraid of calling that 'book') fouding a history (enredo), there'll be different my idea of this disease/accident after being good and it's better to do something now with the ideas from now it could be more complete, intoducing:

ESTÁGIO DE VIDA

Faço um repto não violento (partir a cabeça não) à minha memória que sempre foi curta para uma ajuda aqui no 'escrito' sem falhas; uma amiga (colorida daquelas que provoca o sentimento de ter borboletas na barriga) disse a certa altura que a mente escolhe o que quer esquecer, talvez...

So i'll use this time of phisioterapy when normallly, i'm in foot, to write loosing the communication with outside, for example msn, e-mail, blog.
the novity today is that i was alone in foot justt supported by one hand in a table.
today i'll try to find a winner of the snack (lanche).
yesterday talking with my father i've wrote that believing in a god (crença) n love have in common to me something that i cannot explain, i think that this place is good to share this kind of thougts.

23.1.08
mulherengo
i now why it makes sense now the question that i'm making this days 'am i a playboy?'.i had contact with all my exs (girlfriends and kiss friends -curtes) and they are beautiful, you're so predictible 'offcourse that everybody think that there exs are beautiful but u can ask to everybody and they will say - she isn´t just beautifull but she is sweet'. my problem is if i fall in love now. i may b hill/sick but i'm not blind.

the novity today is i'll change the pastous meal i'm having will change to normal food.

today i'll start with a friend to try to find a winner to the 'who wants to be a miilionard'...

22.1.08
stuff hard, easy and sweet
Yesterday it was supposed that i toked PEG but it don't because a misunderstading between doctors, but it was been scheduled
for next day 25/2 and today it was speaked in retirate before, it was inportant at a certain time, but now it don't have any use and it just give problens
if i don't reply to u on msn is because appears in a strange place the conversations.
I'm always afraid of answering to the questions of 'who wants to be a milionard', going down you could find it, and it worst a meal of the end of afternoon (lanche) until 5 euros, when i'll have time i'll write in english sothat the my foreigners friends can play, is very easy for who know me well, and i've tried to resolve it and is hard, because there were several hipothesys that i could give. But i've a solution that could work. U must give your answer and imagine that u are me, so give two answers.
Today i received a letter of my greek friends (natassa talasnal e foteini claridade) very sweet with a cd of greek music with the hit in florence 'ego que si e si que ego'.

20.1.08
novitys
next day 28 i will be operated to the haunch (anca).

brother ninja can you advice daniel, rui e tia ju about the protest that I wanted to do? the e-mails turn back.
i didn't translate the last post/text because i'll would take long for something that it doesn't matter for a foreigner person, is a letter for a director of the hospital in Alcoitão.

iff there were times that i doesn't speak with you on msn, it is because of it appears in a weird place in the computer that i'm not able to speak.

19.1.08
Reciclagem
Foi notícia, pelo menos em jornais, que o ano de 2007 não foi de grandes avanços para a redução da poluição do ambiente. Foi mesmo pior na maioria dos aspectos que 2006.
De que adianta tanto falarmos? De que adianta as campanhas para reciclar com miúdos queridos?
Se não há decisões e opiniões que não deixem dúvidas, políticas incisivas, exemplo dos órgãos públicos.
Sou adepta dos três R's (Reduzir, Reutilizar, Reciclar) e penso muito como posso passar a mensagem a tantos com que me cruzo no dia-a-dia. Um exemplo é a reciclagem, mas se nos caixotes de rua não há separação de lixo, como é suposto sensibilizarmos as pessoas? Dizendo que têm de separar a sua via em casa da vida fora de casa? Que sentido tem isso?
Eu mesma já me deixo levar, porque não vou carregar lixo quase até casa para o poder reciclar...
É óbvio que desta maneira a maioria da população não se vai render à reciclagem, é preciso que seja uma "regra" assumida por todos e mal visto o seu não cumprimento para realmente passar a fazer sentido falarmos de reciclagem.

"Aquele sorriso"
Outro texto memorável de memória do Olímpio, desta vez pelo Daniel Oliveira. Um texto sobre clarividência, sorrisos e amizade:
«O Olímpio era confortável. Não porque fosse leve. Nada. Não porque fosse falsamente simpático. Nada. Apenas porque valia muito mais do que mostrava e fazia-nos parecer valer muito mais do que valíamos. Vendo bem, o Olímpio era desconfortável. Mas tinha aquele sorriso. Meigo, triste, tímido, incrivelmente bondoso.»

ME(L)ravilha
Carta para ser entregue a um director do cmr em alcoitão:

Exmos. Srs.
O MEL (Movimento de Exs-Leonardos), de que faço parte, é um movimento (logo algo que pressupõe acção) formado por um grupo de jovens, que sentiu como forte a sua experiência Leonardo da Vinci (um Erasmos para licenciados) e que através d’amizade tem como objectivo promover a interculturalidade e o crescimento.
Nos passeios de fins de semanas MELódicos, MELosos mas cheios de espírito trabalhador fomos MELgados pela falta de acessibilidades por ex em Cascais, Lisboa e Sintra.
Pensamos que poderá ter boas repercussões avançar com protesto(s)/manifestações em que o centro de medicina e de reabilitação de Alcoitão seria um precursor essencial de que seria principal interessado na defesa dos interesses dos seus utentes, talvez em frente às ditas câmaras ou onde e quando vos aprouver. Ter utentes era importante.
Para tornar esta ideia apelativa pensámos que seria interessante a participação de figuras públicas nossas conhecidas (por alto, Augusto Mateus, Rui Tavares, Daniel Oliveira, Maria Bello e José Manuel Pureza) assim como grupos que com certeza aliciá-los não será difícil APD (associação portuguesa de deficientes), grupo ’Acessibilidades’, MOCAMFE (movimento de campos de férias)/as Guias de Carcavelos (anima sempre gente nova), gente que estudou Política Social (nome pomposo de curso para futuros assistentes sociais) Por falta de gente não há-de ser feito. Também temos meios para convidar TV’s...
Este assunto já foi escrito em visita médica e num encontro das acessibilidades e com terapeutas, todos demonstraram interesse
Começando este novo ano com novidade aproximando este cantinho à beira mar plantado dos países mais desenvoltos e desenvolvidos (num puxar a pala aos objectivos do MEL) pensem nisto com carinho.

PEL’O MEL,
José Maria Belo

Corrijam e digam de vossa lavra.

Abreijos

13.1.08
projects
i had the advice of writing in english and likethat it could be read by my foreigner friends from germany to greece but if there are portuguese friends that don’t understand my bad english, well they get bad luck.
I will take PEG – a tube in the belly that used to serve for eating, and now don´t is use for nothing,just to give problems, day 21.

I’ll go to take part in a list to Mocamfe – movement of vacations for young people – that had changed my life.

I have get the advice of a friend rita lerda for answering the text of ‘who wants to be a milionar’ asking for if i want the replies that i’ll give or of who wrotes, the reply was ‘make the two’, well i’ll pay the price of a meal of the end of afternoon(lanche) till 5 euros to the winner.

I want to make a protest against the acess of wheel chairs in lisboa e cascais, for that MEL – movement of ex-leppards – and a thing called acessibilidades will have to work, i’ve think in two known friends - augusto mateus e zé mane purê do BE for being a protest spoken. I’ve spoked with medics of the hospital and they show interest.

In my free time i’ll try to write about this will.
I’ll start to write in english perhaps.

In monday, i´ll try to read and see whath of the terapeut of speaking understand

12.1.08
Hábitos alimentares
Almoçar fora todos os dias da semana porque o trabalho é longe de casa e não há outras possibilidades obrigou-me a conviver com os hábitos alimentares de algumas pessoas.
Os pratos abundam em gorduras, a batata-frita reina, os doces têm grande saída e as cervejas nem se fala. Muitas vezes é verdade que a escolha não é muita, e o que queremos é despacharmo-nos que temos muito trabalho ou assuntos para tratar à hora do almoço. Não exigimos uma qualidade que só nos beneficia a nós próprios.
O tema da dieta surge sempre à hora da refeição, na escolha do prato, o que quer dizer que as pessoas estão informadas e sabem o que implicam as suas decisões.
Mas na verdade é assim tão difícil pedir arroz, legumes, salada e resistir às batatas-fritas?
Escolher fruta em vez de doce?
Comer uma sopinha?
Por mais gulosos que sejamos até vale a pena comer aquilo de que gostamos muito com menos regularidade para realmente lhe darmos o valor que merece e não o banalizarmos no automatismo do dia-a-dia.
A desculpa da influênica da maioria também me faz um bocado de comichão, então não somos graúdos e não temos muito orgulho da nossa liberdade? Não sabemos tomar decisões individuais?
Só dá vontade de pedir aos restaurantes para deixarem de vender doces e batata-frita que as pobres criancinhas crescidas não sabem tomar conta de si.

11.1.08
a memória como projecto
Olímpio Ferreira, 1967-2007 - texto do Miguel Marujo publicado no Correio do Vouga.

7.1.08
proibições e liberdades
A chamada lei do tabaco com a sua pitoresca entrada em vigor dia 01/01/2008 deu azo às mais variadas críticas e cabelos em pé duma boa parte dos nossos comentadores. Juntando-lhe o espalhafato da actuação da recém-descoberta ASAE, passámos de um "iliberalismo" para um potencial "fascismo de costumes" e coisas ainda bem piores. E tudo por causa de uma lei que finalmente me dá o direito de entrar em alguns cafés e restaurantes sem ter que fumar os cigarros de todos os fumadores que lá se encontram.
Pedro Magalhães disse finalmente o que vários pensadores do nosso espaço público e sobretudo publicado, que também eu julgava serem sensatos, precisavam de ouvir:

«O moralismo com que a legislação sobre o tabaco é apresentada por alguns dos seus defensores incomoda-me, e o mesmo sucede em relação ao crescente espalhafato da actuação da ASAE. Mas incomoda-me ainda mais verificar como pessoas que julgamos serem sensatas se revelam, neste caso, totalmente incapazes de se posicionarem sobre estes temas sem ser com um absolutamente transparente egoísmo, ainda por cima mal disfarçado de uma espécie de liberalismo de pacotilha, ele próprio moralista e paternalista, incapaz de imaginar que aqueles que querem apenas um pouco menos de caos e um pouco mais de respeito nas suas vidas quotidianas também amam a liberdade.»
("Público" de hoje)

[actualização: ler ainda "Todos os sonsos" de Rui Tavares]

3.1.08
balanço do ano
O ano balança-se? Não. Simplesmente vai-se embora, "Sem dizer adeus". Do Rui Tavares, escrito no "Público", no último dia de 2007, dedicado ao Olímpio (o homem que fazia livros):

«Achámos que o ano podia sair de cena. Mas ele não o fez sem uns dias antes nos demonstrar, através do assassinato de Benazir Bhutto, aquilo que já deveríamos saber: que tudo fica pendurado à espera de sentido.
Um ano que acaba é como uma pessoa antes de uma viagem inadiável mas com as malas por fazer, no meio de um quarto desalinhado e com os assuntos todos em aberto. Agora é tarde, 2007. Com vontade ou sem ela, vais ter de ir.
***
Perguntar-nos que espécie de balanço se pode extrair disto é que não é possível. Seria como interromper a leitura de um livro na página 89, ou na 127, ou naquelas de número primo, ou mesmo somente nas acabadas em zero, e querer tirar dessas circunstâncias qualquer significado.
Com agravantes. Porque um livro não é o tempo e não é a história. Nós não somos leitores da nossa vida. E muito menos, apesar de às vezes termos ilusões, somos dela autores.

Seremos talvez uma espécie de paginadores. O paginador, quando dá por preparado um livro, está sujeito à mesma lógica unidireccional que nós: só pode avançar na ordem crescente, da primeira para a última página, fechando cada uma à sua vez e sem voltar atrás. Trabalha noite fora, tomando decisões que — ele sabe — irão afectar tudo o que está para diante, mas sem adivinhar muito bem como, nem de que forma.

A diferença notória é que este é um livro que não se fecha, e no qual todos ficamos a meio. Vamos acumulando eventos e perdendo tempo. Somos empurrados para a frente sem outra escolha. Vivemos algumas alegrias, se as houver. E, em geral, vamos ganhando um coração magoado e a lembrança carregada de saudades. É pelos amigos que ficaram para trás, mas que ainda traremos conosco para 2008 e os mais anos que restarem, sempre futuro adentro.
»

Sempre futuro adentro.



HaloScan.com