12.5.04
O Sonho
Pelo Sonho � que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? N�o chegamos?
Haja ou n�o haja frutos,
pelo Sonho � que vamos.
Basta a f� no que temos.
Basta a esperan�a naquilo
que talvez n�o teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que � do dia-a-dia.
Chegamos? N�o Chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
Sebasti�o da Gama
Este poema foi enviado pelas quatro filhas num cart�o de agradecimento pelo apoio e acompanhamento no momento da morte do pai. � grande quem acredita assim na hora da morte no sonho da vida... numa altura em que o terrorismo � feito do Ocidente ao Oriente � bom ter estes exemplos!!!
Pelo Sonho � que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? N�o chegamos?
Haja ou n�o haja frutos,
pelo Sonho � que vamos.
Basta a f� no que temos.
Basta a esperan�a naquilo
que talvez n�o teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que � do dia-a-dia.
Chegamos? N�o Chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
Sebasti�o da Gama
Este poema foi enviado pelas quatro filhas num cart�o de agradecimento pelo apoio e acompanhamento no momento da morte do pai. � grande quem acredita assim na hora da morte no sonho da vida... numa altura em que o terrorismo � feito do Ocidente ao Oriente � bom ter estes exemplos!!!
